quinta-feira, 5 de março de 2009

Policiais de Brasília: Não passa nada!

CORREIO BRASILENSE
Correio BraziliensePublicação: 04/03/2009 17:31 - Atualização:04/03/2009 17:31

Uma servidora da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal foi presa por agentes da Delegacia de Falsificações e Defraudações na terça-feira (3/3), na Corregedoria do órgão. Ela apresentou um atestado médico falso da psiquiatria do Hospital de Base do DF (HBDF) para justificar as faltas ao trabalho e
às convocações para processo administrativo, também pelas ausências ao serviço.

Maria de Fátima Porto do Patrocínio, 42 anos, após diversas convocações, foi à Corregedoria da Secretaria de Justiça para apresentar o motivo das ausências: supostos transtornos psicológicos. Os funcionários desconfiaram dos termos usados no atestado e entraram em contato com o hospital, que negou o atestado.

A polícia foi chamada e a funcionária presa em flagrante. Ela confirmou a falsificação e disse ter pago R$ 200 pelo documento.A autora foi conduzida à Penitenciária Feminina do DF. A pena prevista para esse crime varia entre um a seis anos de prisão.Maria de Fátima tinha 23 anos de serviço público.

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Decretada prisão preventiva de Hélio Ortiz, suposto líder da máfia dos concursos

Correio Web 04/03/2009 15:04

Foi decretada na manhã desta quarta-feira (4/3) a prisão preventiva do ex-servidor do Tribunal de Justiça do Distrito Federal Hélio Ortiz, acusado, em 2005, de ser o líder da máfia dos concursos. Segundo a Polícia Federal, ele está foragido e é suspeito de ter ligações com um professor de matemática de Goiânia (GO), preso em fevereiro ao ser
flagrado quando tentava fazer provas da seleção do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) no lugar de um comerciante.

Agentes da Polícia Federal fizeram uma busca durante esta manhã na casa de Ortiz, localizada no Guará II (DF), e apreenderam documentosque podem ser provas do envolvimento do ex-funcionário do TJDFT em novos concursos públicos. Os papéis que foram levados serão periciados e investigados.

Seleção da DEPEN
Dois homens foram presos no dia 15 de fevereiro deste ano, acusados de tentativa de fraude no concurso para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Segundo a Polícia Federal, um professor de matemática de Goiânia (GO) foi flagrado quando tentava fazer as provas objetivas no lugar de um comerciante de Taguatinga (DF), inscrito no
processo seletivo. O flagrante aconteceu na sede da Universidade Paulista (Unip), que funciona na 714 Sul, em Brasília. O plano era utilizar uma carteira de motorista falsa: os dados seriam do comerciante, mas a foto do professor.

Fraudes em concursos
A Polícia Civil do DF cumpriu, em maio de 2006, mais de 100 mandados de prisão expedidos pela Justiça. Entre as prisões realizadas, 48 ocorreram no DF e nove no Estado do Mato Grosso, onde eram realizados concursos públicos para agente penitenciário federal, elaborados pelo Cespe/UnB.

A operação recebeu o nome de Galileu e foi desencadeada com base em investigação iniciada de 2004, durante o processo seletivo da Polícia Civil. Foi descoberta uma rede de profissionais especializada em fraudes de concursos. Os policiais coletaram provas de que pelo menos 12 concursos foram fraudados pela quadrilha. Entre os acusados, estava
Hélio Ortiz, servidor do Tribunal de Justiça do DF e apontado como líder do grupo.


Enviado por RH Distrital

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